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'Fim' da neutralidade de rede começa a valer em abril nos EUA

]]> Provedor poderá controlar acesso à internet; desde 2015, empresas americanas eram proibidas de dar preferência no tráfego para determinados serviços. Manifestantes protestam contra fim da neutralidade de rede em Washington, capital dos Estados Unidos. Kyle Grillot/Reuters As garantias à neutralidade de rede nos Estados Unidos deixarão de valer a partir de 23 de abril. O projeto aprovado pela Comissão Federal de Telecomunicações (FCC, na sigla em inglês), chamado de Ordem da Liberdade, foi incluído nesta quinta-feira (22) no Registro Federal, espécie de Diário Oficial dos EUA. É essa publicação fixa o início da vigência da decisão para abril. Segundo o Registro Federal, a FCC ainda publicará documentos para detalhar quando passam a vigorar algumas determinações da Ordem da Liberdade na Internet, como a definição do conceito de serviço de acesso a internet banda larga. Na prática, a neutralidade de rede garante, por exemplo, que mensagens enviadas pelo WhatsApp tenham prioridade equivalente aos dados enviados pelo Netflix durante a exibição de um filme. Ou seja, nenhum pacote, seja lá de que serviço for, pode furar a fila. EUA decretam 'fim' da neutralidade de rede e decidem que provedor pode controlar acesso à internet Neutralidade de rede opõe pioneiros da internet, empresas de tecnologia e teles nos EUA Os comissários que voltaram contra a Ordem da Liberdade na Internet e foram derrotados já se manifestaram. A decisão da FCC sobre a neutralidade de rede é um estudo do que está errado com Washington. Esta agência falhou com o público dos EUA , afirmou Jessica Rosenworcel. Como resultado da bagunça que a agência criou, os provedores de banda larga agora terão o poder de bloquear sites, desacelerar serviços e censurar conteúdos online. Isso não está certo. Mignon Clyburn, que classifica a ordem como Destruindo a Liberdade na Internet, também se pronunciou. Eu estou ao mesmo tempo desapontada e esperançosa. Desapontada porque isto é mais um entalhe anticonsumidor no cinturão da FCC, mas esperançosa de que o arco da história está se dobrando a favor das proteções à neutralidade de rede. O que muda? A FCC decidiu que a banda larga fixa voltará a ser classificada como “serviço de informação” e a internet móvel, como “serviço de interconexão”. Enquadradas dessa forma, as duas modalidades de conexão saem do âmbito da FCC e passam a poder ser comercializadas de acordo com o interesse do mercado. Segundo a comissão, infrações à neutralidade de rede serão coibidas com as normas já existentes nas leis antitruste e de proteção ao direito do consumidor. O que a FCC fará é aumentar a exigência por transparência. As operadoras serão obrigadas a informar: como gerenciam a rede; a performance da rede; termos comerciais do serviço. “Isso ajuda os consumidores a escolher o que funciona melhor para eles e permite que empreendedores e outros pequenos negócios obtenham informações necessárias para inovar”, informa a FCC. “Consumidores individuais, não o governo, decidem qual é o acesso à internet corresponde da melhor forma a suas necessidades individuais.” A FCC ainda eliminará as regras de conduta que provedores de internet têm de seguir. Dá três argumentos para isso: Jurídico: não há “autoridade legal” para cobrar dessas empresas as mesmas exigências de empresas de telecomunicação; Custo-benefício: “O custo dessas regras à inovação e ao investimento são muito mais pesados do que qualquer benefício que podem trazer”, diz a FCC. Outras leis: os clientes terão outros meios para se proteger, já que a transparência dos serviços vai aumentar e “comportamentos inconsistentes com uma internet aberta” poderão ser punidos como práticas anticompetitivas e atentados ao direito do consumidor. A revogação da garantia à neutralidade de rede é o mais alto ponto da série de flexibilizações regulatórias que a FCC vem fazendo durante a gestão de Donald Trump na Casa Branca. A comissão já afrouxou regras que impediam a concentração de rádios e estações de TVs, além de propor limitar um programa que subsidia o acesso à internet banda larga para população de baixa renda e tenta acabar com a obrigação de empresas responderem em até 180 dias a respeito de limitações na infraestrutura de rede. Serviço de utilidade pública Nos Estados Unidos, a regra entrou em vigor em 2015, durante a presidência do democrata Barack Obama –o pleito foi uma promessa de campanha. Naquele ano, a FCC começou a classificar a banda larga como um serviço de utilidade pública, assim como a eletricidade e o telefone fixo (veja abaixo exemplos de situações de quebra da neutralidade que ocorreram antes disso). Essa classificação foi incluída em 2015 no Ato das Comunicações americano, criado em 1934 para impedir que a telefonia fosse interrompida, controlada ou ainda fornecida de acordo com o conteúdo das conversas. Equiparar internet e telefonia garantiu que nenhum conteúdo online pudesse ser bloqueado e impediu que a rede fosse dividida em faixas, uma para os serviços que podem pagar para serem transmitidos de forma veloz, e outra, para os que não podem. A interrupção ou limitação do acesso só pode ser feita por falta de pagamento ou quando o pacote de dados chega ao fim. Neutralidade de rede_V2 Infográfico: Karina Almeida/G1
Banco do Brasil libera transação bancária pelo Facebook

]]> Clientes poderão consultar saldo da conta corrente e fatura do cartão de crédito pelo Messenger, app de bate-papo da rede social. Gustavo Fosse, diretor de tecnologia do BB, apresenta ferramenta do BB que permite transações bancárias pelo Facebook. Helton Gomes / G1 O Banco do Brasil anunciou nesta quinta-feira (22) uma parceria com o Facebook que permitirá a seus clientes fazerem transações bancárias pelo aplicativo de bate-papo Messenger. Esse serviço contará com a inteligência artificial do Watson, da IBM. Os clientes poderão fazer transações como: consultar extrato da conta corrente; checar a fatura do cartão de crédito; solicitar a 2ª via do cartão de crédito e ativá-la. Todas essas operações poderão ser feitas sem a necessidade de abrir o aplicativo ou o site do banco. No primeiro momento, a ferramenta será liberada como um teste para um grupo de mil clientes. A intenção é liberar também a consulta do saldo da poupança e de recursos investidos em fundos nos próximos dias. No futuro, o Banco do Brasil vai usar inteligência artificial para fazer sugestões de investimento. Segundo Gustavo Fosse, diretor de tecnologia do BB, a ferramenta terá as 50 maiores transações feitas pelos clientes do banco. Como funciona O que o BB está fazendo é usar robôs chamados de chatbot. Eles são máquinas inteligentes que funcionam apenas em aplicativos de bate-papo para receber pedidos em forma de mensagens. Entenda: O que é um chatbot? O Watson, sistema da IBM que possui inteligência cognitiva, será usado pelo banco para entender o que os clientes digitarem. Funcionará assim: Após entrar em contato com o chatbot do BB, o cliente informará conta e agência do banco para que o chatbot entenda de qual cliente se trata; Após selecionar o tipo de transação que quer realizar, ele tem de informar a senha da conta; Para aumentar a segurança da operação, o banco envia um código para o celular cadastrado; Somente após o cliente inserir os dígitos, o chatbot do BB exibe as informações solicitadas; Depois de 10 minutos, os clientes têm de informar novamente senha e um novo código de segurança. 1º no mundo “O que a gente está fazendo aqui é deixar de pensar na geração de canais e nos inserindo na realidade dos nossos clientes”, afirma Paulo Caffarelli, presidente do BB. “Quando criamos o app, simplesmente mudamos o canal [das agências para o smartphone]. As pessoas continuaram a procurar o banco, mas via app. O que muda agora é que vamos participar da vida das pessoas”, explica Gustavo do Vale, vice-presidente do BB. “Ele não precisará vir ao banco nem de maneiras digitais”, completa Fosse. Segundo ele, o Banco do Brasil é o primeiro no mundo a permitir transações pelo Facebook. “Os clientes vão usar o sistema financeiro sem perceber que estão usando o sistema financeiro”. Watson O Banco do Brasil usa o Watson como seu sistema de inteligência artificial no serviço de atendimento ao cliente via bate-papo no site desde fevereiro de 2017. Para implantar os serviços de inteligência artificial, incluindo o Watson, o BB investiu R$ 14 milhões. Em agosto do ano passado, o banco passou a usar o Watson em atendimentos pelo Messenger. Mas o que ele fazia era apenas tirar dúvidas pontuais sobre assuntos corriqueiros, como conta corrente e solução para dívidas. Desde que passou a ser usado no app de bate-papo do Facebook, o sistema da IBM já atendeu 60 mil clientes. Ainda que não fizesse operações relacionadas com informações dos clientes, já era responsável por 70% do atendimento do banco pelo Facebook.


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